segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Dessarte, concluísse.

  Tirar conclusões. Este é o momento em que se torna totalmente válido olhar para o que passou e entender tudo, até conseguir concluir o quanto que valeu a pena, ou não valeu, talvez. Começamos o ano repletos de boas expectativas, pode-se dizer que isso já se tornou quase regra, a empolgação de que o ano renderá, de que tudo será feito perfeitamente como se deve ser, ou também aquele pensamento de "agora vai!", "dessa vez vou fazer, acontecer". Agora que já vivido tudo, ou quase tudo, lá vai a retrospectiva. 
     Comecei bem. Tudo encontrava-se em seu devido lugar, a vida estava organizada, tinha tudo pra dar certo. A vida estudantil prometia muito, como promete a cada bimestre, afinal, o Sesi é cheio das surpresas, nunca sabemos o que está por vir e isso gera um turbilhão de possibilidades. Eu também já vinha me preparando psicologicamente para enfrentar o curso técnico no Senai unido à loucura que é o Sesi. Acredito que não me preparei o suficiente, nunca dá pra estar totalmente preparada, mais uma vez tive que ir aprendendo com os chutes que a vida dá, adaptar horários, dormir menos, estudar mais, ter mais coisas para se preocupar, aliás, muitas coisas.
     Posso estar muito enganada, mas por vários momentos, durante o ano, concluí que tudo dá certo no final, independente do tumulto passado para conseguir resolver as coisas e cumprir os prazos, recuperar uma nota ou apresentar um seminário sem estar preparada para o mesmo. Se é sorte eu não sei, mas dá certo. Talvez seja uma confiança excessiva em mim mesma, que faz parte de mim pensar "calma, nem se desespera, vai dar certo, sempre da", mesmo quando a outra parte está pensando "já era, está tudo perdido, fracassei". Pensar positivo pode ajudar também. Nenhuma teoria confinada até então. Só sei que com essa ideia, por inúmeras vezes evitei sofrimento desnecessário, e sim, tudo deu certinho até agora.
     Cada um dos bimestres foi recheado de coisas bacanas, amizades novas, agregações nas minhas ideias e pensamentos, motivações a buscar mais conhecimento e oportunidade de estudar sobre coisas que já me interessavam. Comecei o ano numa oficina que tratava sobre sexo afins, “Amor e Sexo”, trazendo uma boa bagagem sobre alertas contra doenças sexualmente transmissíveis, além de tornar o tema que por muitas vezes é visto como um grade tabu, algo natural de se discutir e debater. Além disso, nessa oficina tive a oportunidade de escrever um pouco sobre os gêneros, falar sobre a homossexualidade e a diversidade.
      Curiosamente, no segundo bimestre foi ofertada uma oficina sobre diversidade de gênero e eu achei surpreendente a ideia de trabalhar um assunto como esses com os alunos, por já ter um breve conhecimento sobre o tema, e assim fui para essa oficina e foi incrível. Liberte-se. Melhor oficina do ano e da vida escolar no Sesi até agora. Os meus melhores amigos encontrei lá, tivemos a oportunidade de mudar em muita gente as ideias erradas tidas sobre o tema e nos abrir para tratar do mesmo. E dessa oficina saí com pena por ter acabado, querendo ela novamente e o melhor, sensação de missão cumprida.
      No terceiro bimestre participei de uma oficina, nem tão incrível assim. “Não Entendo Direito”. Se tratava do direito, leis, advocacia, constituição e assim por diante. Posso dizer que foi proveitoso tudo estudado lá, aprendi bastante sobre as divisões de funções dentro de um tribunal, entendi mais sobre o que é o direito, entretanto, nada me muito surpreendente ou encantador. No quarto e último bimestre, voltei a me animar. Uma oficina sobre literatura foi ofertada. “E agora José?”. Vi ali uma boa oportunidade para me descobrir dentro desse tema, aumentar meu conhecimento sobre. E como eu esperava, está sendo muito interessante.
       Em meio a todos esses acontecimentos, rolou muita música com o grupo que unimos entre quatro amigos do colégio. Banda D’Verso. Tocamos em alguns eventos, dentro e fora do colégio e isso também acrescentou bastante em mim. Achei válida essa citação, afinal a banda, de uma certa forma também provém do colégio.
       Portanto, já posso concluir. Proveitoso. Sem dúvidas o ano escolar de 2015 foi muito bem aproveitado, cada detalhe. Nenhum bimestre foi confluído sem que fosse carregado uma boa bagagem de conhecimento, e isso me traz uma sensação ótima. Além de tudo, conforme as oficinas acontecem, somos convidados a conviver com muitas pessoas, de diferentes personalidades e temperamentos. Aprender a ter essa convivência também agrega muito, sinto que amadureço, trabalho bastante meu interior para ter harmonia com o próximo, me tornando, ou pelo menos tentando me tornar melhor a cada dia.

sábado, 6 de junho de 2015

Satisfeita, tentando satisfazer.

   Sabe aquele gostinho de satisfação? É o que estou sentindo de uns dias para cá. As coisa vão acontecendo rapidamente, fato atrás de fato, e cada um deles vai agregando significado e deixando em mim uma sensação preenchimento. Ando acreditando que algumas coisas acontecem para que nossos objetivos sejam repensados, não só com a ideia de transforma-los, mas também com a ideia de acrescenta-los de uma forma que façamos que a nossa própria rotina, repleta de coisas simples, nos satisfaça. Afinal, se a única meta fosse cumprir prazos e passar em um vestibular, a satisfação demoraria muito a vir a tona. Mas a partir do momento que vira meta, impressionar, aprender algo que te faça melhor, passar seu conhecimento pra alguém e tentar ser feliz todos os dias, se apegando aos pequenos detalhes, como um abraço sincero, um elogio, um dizer de "boa sorte"ou "muito obrigado", a satisfação se torna visível todos os dias e transforma-se motivação para dar continuidade em toda a trajetória. 

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Desafio Aceito!

     Em meio a tantos outros, eis aqui mais um. Mais uma proposta provocante, interessante e curiosa. Descrever para quem quiser ler, a rotina tumultuada que garante todas as minhas conquistas. Posso certificar que não é fácil acordar todos os dias às 06:00 da manhã para se organizar e ir para o colégio, porém o que é mais difícil ainda é permanecer em sala de aula até as 17:20. Para muitos essas informações bastam para descrever o dia-a-dia mais entediante de todos, mas consigo enxergar uma infinidade de coisa boas e gratificantes que me motivam a ter animo e vontade de continuar cumprindo com cada prazo, cada atividade proposta e tentando falhar o mínimo possível. É como uma missão a ser cumprida, vivendo boas experiencias, desvendando novos conteúdos, debatendo temas críticos, colocando opiniões e absorvendo outras e assim, construindo uma personalidade cada dia mais significativa, lembrando que tudo isso é feito junto ao próximo, onde muitas vezes existe uma parceria recíproca evoluindo-se com o apoio de alguém e ajudando-se alguém a evoluir também. Enfim, muitos fatos acontecerão e outros desafios estão por vir, a partir de agora todos os eles serão expostos aqui para que possamos sempre parar para analisar e refletir tudo o que está sendo feito por nós mesmos, afinal a reflexão e o pensamento são aspectos essenciais para a correções de erros e realizações de atividades ainda mais bem executadas.